quarta-feira, 29 de abril de 2015
Armandinho Dois de Alexandre Beck. Uma edição O Castor de Papel.
https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488361671209144.113963.488356901209621/967056046673035/?type=1
https://bandasdesenhadas.wordpress.com/2015/04/15/armandinho-dois/
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http://silenciosquefalam.blogspot.pt/2015/04/o-cartonista-brasileiro-alexandre-beck.html
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As Leituras do Corvo e o Armandinho Dois. Opinião de Carla Ribeiro
http://asleiturasdocorvo.blogspot.pt/
As Leituras do Corvo
Armandinho Dois (Alexandre Beck)
Armandinho é um rapaz como todos os outros. Não gosta de arrumar o quarto, gosta de jogar à bola dentro de casa e de passar tempo com os amigos, de vez em quando faz asneiras e, por vezes, surpreende os pais - e o leitor - com perguntas difíceis e observações particularmente apuradas. É também uma personagem que, em poucas falas e ainda menos tempo, consegue, ao mesmo tempo, divertir, surpreender e fazer pensar. E é isso precisamente que torna esta personagem memorável.
A fazer lembrar, em certa medida, a incontornável Mafalda, também o Armandinho é uma criança perfeitamente normal e, ao mesmo tempo, surpreendentemente sábia. E, tal como a Mafalda, consegue, em gestos e palavras simples, realçar o que realmente importa. É por isso que, independentemente dos inevitáveis paralelismos, também esta personagem cativa e surpreende, tanto nos momentos mais sérios (ou em que diz coisas sérias a brincar) como nos que, mais centrados nos aspectos do quotidiano, se referem a coisas mais leves.
Este equilíbrio é, aliás, um outro ponto forte deste conjunto de tiras. É que, ao juntar referências a problemas mais vastos com as simples peripécias do quotidiano, cria-se um maior impacto para as grandes verdades sem que por isso se perca a leveza da normalidade - ou, pelo menos, do que de mais ou menos caricatos há no quotidiano de cada um.
Também interessante é que, apesar de haver, nalguns casos, uma relação de continuidade entre várias tiras, cada uma delas é, por si própria, um episódio individual completo, o que permite, por um lado, começar a ler em qualquer ponto e quantas tiras se quiser, sem perder o fio à meada, ou, por outro, ler o livro de fio a pavio sem qualquer sensação de monotonia.
Trata-se, portanto, de um livro que, leve e divertido, mas certeiro na forma como se refere aos assuntos sérios, proporciona uma leitura agradável e cativante, deixando ainda a curiosidade em conhecer mais das peripécias do jovem Armandinho. Muito bom.
Montra Revista Cães & Companhia - Abril ( nº 215) Maio ( nº 216) . Uma edição O Castor de Papel

http://www.castordepapel.pt:2095/cpsess7703707421/3rdparty/roundcube/?_task=mail&_uid=805&_mbox=INBOX&_action=get&_part=2
Opinião:"Armandinho dois" de Alexandre Beck, Livros de Vidro.
Opinião: "Armandinho, dois" de Alexandre Beck
25.04.2015
Livros de Vidro
http://livrosdevidro.wix.com/livrosdevidro#!Opini%C3%A3o-Armandinho-dois-de-Alexandre-Beck/cu6k/553b7ab50cf2836c87f437c9
"Armandinho, dois"
De Alexandre Beck
Após uma semana cheia de afazeres foi com satisfação que recebemos mais um exemplar da banda desenhada, com tiras, de Armandinho. Já aqui havíamos falado de Armandinho – um, e hoje, trazemos o dois.
É sem dúvida uma boa forma de relaxar e de passar um bom bocado. Para quem chega a casa cansado ou mesmo aborrecido de um dia de trabalho ou de estudos, ter um exemplar (ou dois ou três) de Armandinho é uma boa forma de relaxar.
Depois de ler as tiras de Alexandre Beck o sorriso instalou-se. É fácil de gostar de Armandinho, um miúdo reguila que não perde tempo em mostrar aos adultos como acha que deveriam ser as coisas. Mostra todo o seu lado simplista e sincero de uma criança, mas que, por detrás, abarca assuntos sérios. São várias as tiras em que ficamos em pensar na mensagem que nos é transmitida.
Ao longo da várias tiras apresentadas, são também vários os temas que vão surgindo, desde actualidade política, futebol, o dia-a-dia de uma família normal e até dos seus animais de estimação.
Uma boa aposta para amantes de BD, que consideramos, esta, ser para miúdos e graúdos.
Voltamos a sublinhar o belo trabalho gráfico e a escolha de materiais, fugindo-se ao tradicional papel branco, bem como damos os parabéns pela impressão a cores, que nem sempre acontece nestes trabalhos.
Um belo momento de lazer.
Consideramos apenas haver um senão, o facto de considerarmos que algumas piadas se tornam difíceis de compreender devido à transposição para o português de Portugal.
Classificação:
- Escrita: 9
- História: 9
- Revisão do texto: 9
- Complexidade: 7
- Trabalho gráfico: 9
- Total geral: 8,6
Mais informações: O castor de papel
terça-feira, 28 de abril de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
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