sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

As Boas Leituras do Castor

Louco por Viver

Viva com intensidade

Eu adoro acordar todos os dias e saber que posso fazer algo com significado: viver!

Pode dar certo ou errado, mas sei que vou fazer a minha vida valer a pena.

Fico triste ao ver pessoas talentosas que simplesmente ficam a olhar as oportunidades passarem diante delas sem fazerem nada para realizar os seus objetivos. Aliás, muitas nem mesmo têm objetivos.

Gosto de pessoas que ousam, pois o pior da vida não é ser rejeitado, mas sim não arriscar amar.

O mais triste da vida não é o fim de um grande amor, mas nunca ter-se apaixonado perdidamente por alguém.

O pior não é lutar e não conseguir realizar as suas vontades e os seus desejos, mas sim matar um sonho antes de ele nascer.
 
Na minha vida, muitas vezes perdi … mas sempre tive um amigo por perto para poder desabafar. Isso equivale a dizer que nunca fiquei pobre, porque quem tem um amigo é sempre milionário. Quanto mais a gente vive, mais constata que isso é verdade e não apenas um cliché.

 Este livro é sobre arriscar a viver.

Experimente estender os seus braços primeiro e não apenas ficar à espera que alguém faça isso para si. Em pouco tempo, terá muito mais pessoas para abraçar do que imagina possível.

In Louco por Viver- Roberto Shinyashiki, p.12-14



PVP s/ IVA: 14,00€
PVP c/IVA:14,84€
PÁGINAS:184




 

Armandinho Zero e Armandinho Um no blog Leituras de BD

O blog Leituras de BD escreveu, no passado dia 19, um artigo sobre as edições do Armandinho Zero e Armandinho Um pelo Castor de Papel.

Acompanhado da apresentação da editora 4 Estações e dos seus desafios no âmbito editorial, este artigo fala-nos sobre o autor das tirinhas Alexandre Beck e sobre o personagem cada vez mais apreciado pelo público jovem e adulto, o Armandinho.

Veja o artigo completo no blog Leituras de BD: http://bongop-leituras-bd.blogspot.pt/2014/12/lancamento-castor-de-papel-armandinho.html


O Mapa da Felicidade na revista Saúde Actual

A edição de janeiro/fevereiro de 2015 da revista Saúde Actual divulga o livro "O Mapa da Felicidade" nas suas sugestões de leitura.

"A autora deste livro é especialista em desenvolvimento do potencial humano por meio do autoconhecimento e do aumento da competência emocional há várias décadas. O leitor poderá começar por responder a uma pergunta principal: Qual é a sua verdade e qual a razão de você acordar  os dias? Abordando as nossas principais inteligências humanas, poderá traçar o seu próprio caminho, seguindo conceitos e exercícios práticos, e encontrar tudo aquilo que nele faz falta.
Percorra as quatro etapas propostas pela autora (tomar consciência, comunicar, perdoar e encontrar)  e descubra o mapa para a felicidade." in Saúde Actual, nº62, Jan/Fevereiro 2015



O blog Destante apresenta as publicações da 4 Estações e do Castor de Papel e ainda as novidades para 2015

O blog Destante (http://destante.blogspot.pt/) publicou três artigos relacionados com a 4 Estações e com o Castor de Papel apresentando os livros já lançados para o mercado e as novidades que vêm com o inicio de 2015.


Veja o artigo completo em: http://destante.blogspot.pt/2015/01/4-estacoes-editora-o-contador-de.html



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

As Boas Leituras do Castor


Por onde começar quando tudo está um caos?

O leitor conhece muito bem o seguinte cenário: chegar a casa depois do trabalho, vê-la num estado caótico, louça acumulada no lava-louça, roupa estendida no estendal, porcaria do cão para limpar e algum alimento a estragar-se dentro do frigorífico, que mal consegue ter tempo para identificar. Não dá para pensar muito bem sobre tudo porque, afinal de contas, o jantar tem de estar pronto em menos de meia hora e, até lá, precisa de ter trocado de roupa e os seus filhos de tomarem banho. O seu marido, ou a sua esposa, têm um compromisso esta noite e são apenas você e os deuses hoje. Mesmo trabalhando em equipe, admita: É MUITA coisa para fazer. Não entende como existem pessoas que conseguem levar uma vida desta forma e ainda manter casa limpa, roupa em ordem, comida feita, motivação para o trabalho e hobbies diferentes.


A grande pergunta é: por onde começar? Há tanto para ser feito que acabamos por não fazer nada, e a situação continua assim, indefinidamente. 


PVP s/ IVA: 15,00
PVP c/IVA: 15,90
PÁGINAS: 224



quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O blog Livros de Vidro apresenta os nossos Armandinhos

O blog Livros de Vidro leu os nossos Armandinhos e fez a sua apreciação!

Veja o artigo completo no blog: http://livrosdevidro.wix.com/livrosdevidro#!Opinião-Armandinho-um-de-Alexandre-Beck/cu6k/01F193D2-F805-40EC-9F34-A214CB2A6A57

O Mapa da Felicidade recomendado pela revista Prevenir

O livro da autora Heloísa Capelas, o Mapa da Felicidade, foi seleccionado pela revista Prevenir para a secção intitulada "Livros que melhoram os nossos dias".

"O treino do "seu bem" é sempre na positividade. Você aceita que não é perfeito e quando erra, perdoa-se e continua o treino" - Heloísa Capelas, pág. 51

Não perca a sugestão do mês da revista Prevenir e vá já comprar o seu Mapa da Felicidade!


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O que lhe falta para ser feliz? Encontre todas as respostas aqui!

Dominique Magalhães, autora do livro "O que lhe falta para ser feliz?", afirma que o seu dom é conectar as pessoas ao seu próprio dom. Assim, este livro vai ajudá-lo a encontrar a sua essência e a viver plenamente todo o potencial dos seus dons.
Venha responder à pergunta mais importante da sua vida: O QUE LHE FALTA PARA SER FELIZ?


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

As Boas Leituras do Castor

Hoje as Boas Leituras do Castor abrem as páginas do livro "Ajude-me a Chorar" do autor Carpinejar. 
Coragem da Chuva é a crónica que nos acompanha neste fim de tarde e, como já é habitual, nos deixa a reflectir em questões que maior parte das vezes passam despercebidas na correria do dia-a-dia. 
"Os opostos não se atraem. Os opostos disputam quem tem razão".



CORAGEM DA CHUVA

À véspera da tempestade de granizos, a minha família dividia-se em dois grupos: os que se protegiam da chuva e os que festejavam à chuva.
Mãe e irmãos ajudavam a fechar as venezianas, a desalojar as velas das gavetas, a lacrar as portas e escondiam-se na sala com pavor dos relâmpagos. Receavam o pior, o destelhamento com as pedras, a infiltração pelas paredes. Formavam uma brigada de prevenção.
Já eu e o meu pai dirigia-mo-nos para a varanda como se fôssemos passear. Sentava-mo-nos no banco de madeira, com o aguaceiro nos pés, a admirar a tempestade.
Leves, livres, convictos. Adorávamos os pinotes das folhas, as cambalhotas dos galhos, o pipocar dos blocos nas lajes.
A água maquilhava nosso rosto com uma fria camada de pó.
Havia uma cumplicidade com o céu violáceo, estranho, absurdamente surpreendente.
Apontávamos qual o raio mais bonito, o mais sonoro, o mais longo, o mais próximo.
Não tínhamos medo, mas ansiedade feliz pelo espectáculo nervoso da natureza. Era como um teatro vazio, só eu e ele, armados dos dois ingressos vendidos, para ouvir a orquestra das árvores deslizando seus violinos de vento e seus violoncelos de assombro.
Ríamos da nossa coragem, enquanto os familiares gritavam em desespero para que a gente entrasse logo, que parasse com aquela brincadeira estúpida.
Vocês são loucos!
E o meu pai respondia:
Sim, somos! Agora deixem-nos com nossa loucura.- E abraçava-me carinhosamente entre os seus ombros.
O meu pai recolhia uns blocos de gelo para colocar no seu copo de uísque e no meu de limonada. E brindávamos os sabores da vida adulta com os da infância.
No amor, é igual: há os que temem a chuva e os que se jogam para vê-la na sacada.
E não adianta ensinar alguém a amar a tormenta- ela deve estar no sangue.
E não adianta fazer quem gosta de participar das trovoadas recolher-se em casa.
Os opostos não se atraem. Os opostos disputam quem tem razão.
Não dará certo juntar aquele que é travado para o relacionamento com aquele que é intenso, aquele que pretende controlar os factos e o que pretende inventar os seus próprios factos.
A sua companhia irá para de repente, e você a puxará pela mão jurando que um dia tomará confiança e virá. Não virá, jamais virá.
Pode desejar carregá-la que ela se cansará da mesma forma. Pode querer explicar que não é necessário ter medo, que não acreditará.
Enquanto exclamar "venha dançar na chuva", ela trancar-se-á no quarto à espera que passe.
O meu pai explicou-me, lá na minha criancice, que temos de procurar a parceira certa.
Só dois passionais não cobram passos, estarão correndo e nenhum dos dois se sentirá desajustado.
Não se vão atropelar porque partilham a mesma velocidade da ventania, o mesmo gosto pelo imprevisto, o mesmo susto de ser.
Os relâmpagos iluminam os loucos.

PVP s/ IVA: 14,00
PVP c/IVA: 14,84
PÁGINAS: 160